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Qual tem sido a sua trilha sonora? - Por Ester Cabral



Shalom!

Venho falar de algo que nós jovens gostamos muito: MÚSICA.

Seja para arrumar casa, festejar, curtir com os amigos ou apenas para passar o tempo, é fato que gostamos de uma trilha sonora ao fundo, e até aí não tem nada demais, afinal a própria Bíblia tem relatos históricos de músicas junto ao povo, como maneira de festejar, agradecer ou fazer uma súplica, o problema é, o que temos escutado, qual tem sido a nossa trilha sonora?


Assim como nas roupas e acessórios, existem os hits da moda, e é só um “famosinho” lançar qualquer música que os jovens já saem gritando por aí a música nova, já que a nossa sociedade, infelizmente, deixou o senso crítico de lado, e seguem os modismos, sem olhar o que se canta.


Confesso que por muito tempo cantei músicas contrárias à Palavra de de Deus e Doutrina da Fé Católica, e muitas vezes por não prestar atenção na letra, me deixei guiar pelo ritmo, que eu preferia. É preciso também passar a observar, a importância da melodia na estrutura na música, pois ela é capaz de mexer com nosso inconsciente, é só nos lembrarmos quantas vezes escutamos uma música triste e entramos ainda mais na "bad"? Ou quantas vezes começamos balançar ao som de um ritmo mais agitado?


O problema é quando a música nos faz ficar revoltados, com raiva ou nos isolar, por isso com frequência ficamos sabendo de show’s de Rock, onde nota-se com facilidade a ira e revolta no público, tanto quanto um sensualismo explícito que é mostrado no mundo do Funk e como a maioria dos show’s sertanejos, “xonados” choram por paixões mal compreendidas regadas à muita bebida alcoólica. Pesquisas revelam que dentro do sertanejo universitário 85% das duplas falam sobre o alcoolismo em suas músicas, dentro das bandas de Rock temos uma taxa elevada de suicídio e morte causada por overdose, e também infelizmente reflete em seu publico, nos bailes funk temos mais que uma gravidez por dia.


Por isso o Monsenhor Jonas Abib nos adverte: “Se as imagens penetram pelos nossos olhos e atingem até o nosso inconsciente e aí ficam gravadas, igualmente os sons captados pelos ouvidos atingem o nosso inconsciente e, o mais importante, lá permanecem vivos e atuantes… mas os sons que são captados pelos ouvidos – e como são captados! – penetram invadindo o seu interior, atingindo sua mente, seus sentimentos, sua sensibilidade, sua sensualidade e sexualidade, ativando seus instintos e despertando forças adormecidas em você.”



É preciso pedir ao Espírito Santo que nos ajude a discernir o que cabe aos nossos ouvidos ouvirem, pois estamos no mundo, mas não pertencemos a este mundo. São João Paulo II dizia que o mundo precisa de Santos de Calça Jeans que ouvem música, mas músicas sadias, que não nos levem ao pecado. Então, se você quer ser o “DIFERENTÃO” ou a “DIFERENTONA” de verdade, seja diferente indo na contramão, escolhendo músicas que tenham valores, que te levam até Deus. Te garanto seus ouvidos foram feitos para sons do céu.

Ester Cabral

Membro Vocacionada da CCDE

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