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Espiritismo e Reencarnação: o que muitos não sabem! - Por Nádia Duarte

Papa Leão XIII certa vez afirmou que “A audácia dos maus, se alimenta da covardia e da omissão dos bons”. Notadamente neste mês, onde a saudade dos entes falecidos “bate mais forte”, muitas pessoas mal intencionadas aproveitam para tentar ludibriar os filhos de Deus, oferecendo-lhes oportunidade de comunicação com os mortos, e falando-lhes da Lei do Carma, da Reencarnação.


Em defesa da Sagrada Escritura, da Lei de Deus, e conseqüentemente da fé católica, é preciso esclarecer que a doutrina espírita e reencarnacionista é expressamente contraditória à doutrina cristã, em primeiro lugar, por negar que Jesus seja Deus e considerá-lo somente como um espírito evoluído. E, por conseguinte, o espiritismo baseia-se na evocação dos espíritos, o que é abominado por Deus na Sagrada Escritura: “Aquele que recorrer aos necromantes e aos adivinhos para ter comunicação com eles, voltar-me-ei contra esse homem e o exterminarei do meio de seu povo”. (Lv 20,6), “Que em teu meio não se encontre alguém que queime seu filho ou sua filha, nem que faça presságio, oráculo, adivinhação ou magia, ou que pratique encantamentos, que interrogue espíritos ou adivinhos, ou ainda que evoque os mortos; pois quem pratica essas coisas é abominável a Iahweh... Eis que nas nações que vais conquistar, ouvem oráculos e adivinhos.


Quanto a ti isso não te é permitido por Javé teu Deus” (Dt 18,10-14). “Manassés provocou a ira de Deus por consultar os médiuns e não o buscar, além de outras abominações” (II Reis 21,6). Veja também em Lc 16, 19-31 a parábola do Homem Rico e do Pobre Lázaro.


Outra crença espírita que contradiz a Sagrada Escritura e, por conseguinte à doutrina católica é a fé na reencarnação. Os espíritas definem a reencarnação, “como o retorno da alma ou do espírito à vida corporal, mas em um outro corpo novamente formado para ela, e que nada tem de comum com o antigo”, mas o Catecismo da Igreja Católica vai afirmar que “quando tiver terminado o único curso da nossa vida terrestre, não voltaremos mais a outras vidas terrestres, ‘os homens devem morrer uma só vez’ (Hb 9, 27). Não existe reencarnação depois da morte”(CIC § 1013). Por isso é necessário, dizer que a fé na reencarnação é completamente inversa à fé na ressurreição, sobre a ressurreição, nossa verdade de fé, o Catecismo afirma que a fé na ressurreição baseia-se na fé em Deus, “que não é um Deus dos mortos mais dos vivos” (CIC § 993).


Esta infeliz crença provém de um “dogma de fé” espírita a Lei do Karma, que conforme seus adeptos “obriga todo indivíduo a pagar (expiar) em encarnação posterior as falhas cometidas na vida presente”; o que seria, se fosse verdade, descartar verdades estabelecidas por Jesus, por exemplo, no caso do Bom Ladrão (Lc 23, 40 – 44) segundo a Lei do Karma ele teria que reencarnar pagar os pecados do seu passado de ladrão, mas Jesus o diz: “Em verdade te digo: hoje estarás comigo no paraíso”. A Sagrada Escritura nos diz ainda que Jesus curou a muitos, que os cegos recobravam a vista, os coxos andavam, os leprosos ficavam limpos, os surdos ouviam, os endemoninhados eram libertos e os mortos ressuscitavam, o que mais vez descarta a falsa doutrina do Karma, pois segundo eles estas pessoas teriam que sofrer aquele karma, aquela situação até a próxima reencarnação. O Espiritismo não bastando ser uma doutrina completamente contraditória ao cristianismo, O QUE MUITOS NÃO SABEM é que seu surgimento se deu com uma brincadeira de duas crianças no ano de 1848, as irmãs Fox de Hydesville (EUA), que anos mais tarde confessaram que “que recorreram a truques e fraudes” para produzir os sons que disseram para a mãe que eram espíritos.

Pouco tempo depois, em 1854, surge Denizard Rivail, mais conhecido por seu pseudônimo AlIan Kardec, (que supostamente seria um espírito desencarnado) o “decodificador” do espiritismo, e O QUE MUITOS NÃO SABEM, é que a caridade conveniente e interesseira incentivada por Rivail é somente uma capa para esconder o homem grosseiro e racista que era, claramente, em seus textos Rivail demonstra sua opinião sobre a superioridade e predominância intelectual e espiritual de umas raças por sobre outras. Em A Gênese, “Rivail-Kardec” descreve que “o progresso não foi uniforme para todas as raças... Com efeito, seria impossível atribuir a mesma antiguidade de criação aos selvagens que mal se distinguem dos macacos, que aos chineses, e ainda menos aos europeus civilizados”. Já no livro Obras Póstumas, ao falar da Teoria da Beleza, preconceituosamente, ele afirma que negro é belo para negro, mas não é belo absoluto, e completa “sem fatuidade, creio, dizer-nos mais belos do que os negros e os hotentotes”.


Diante destes absurdos, é preciso que sejamos audazes em denunciar as mentiras e ciladas desta seita, que são latentes desde a origem do espiritismo. É preciso que não nos deixemos seduzir pela falsa religiosidade de sua doutrina, certos que não são os erros dos adeptos que enfatizamos, mas os de seu instituidor.


Não nos esqueçamos do que Jesus nos alertou:


“Guardai-vos dos falsos profetas, que vêm a vós disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos ferozes” (Mt 7, 15-16). Guardai-nos Senhor!


Nádia Duarte Prata

Membro Consagrada da CCDE

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