CIDADE DO VATICANO, domingo, 06 de maio de 2012 (ZENIT.org) - Apresentamos a seguir as palavras de Bento XVI dirigidas aos fiéis e peregrinos reunidos na Praça de São Pedro.
CIDADE DO VATICANO, domingo, 15 de abril de 2012(ZENIT.org) – Apresentamos as palavras de Bento XVI pronunciadas aos fiéis e peregrinos reunidos neste domingo, 15 de abril, na Praça de São Pedro para o tradicional Regina Caeli.
Depois das Audiências dos meses anteriores (26 de novembro e 19 de janeiro 2012) esta manhã o Papa recebeu os bispos das Regiões VII, VIII e IX. Bento XVI teve a palavra logo após a homenagem do Mons. John Clayton Neintedt, arcebispo de Saint Paul e Minneapolis (Minnesota).
O Santo Padre acolheu a visita dos bispos como uma ocasião para refletir sobre “certos aspectos da evangelização da cultura americana à luz das dificuldades éticas e intelectuais do momento atual”.
Na conclusão do seu ciclo de catequeses sobre a oração de Jesus, durante a Audiência geral, o Papa Bento XVI focou sobre o valor do silêncio na relação do homem com Deus.
Nas leituras bíblicas deste domingo – o segundo do Tempo Comum - emerge o tema da vocação: no Evangelho é o chamado dos primeiros discípulos por Jesus; na primeira leitura é o chamado do profeta Samuel. Em ambas as narrações, se destaca a importância da figura de quem faz o papel de mediador, ajudando as pessoas chamadas a reconhecer a voz de Deus e a segui-la.
A condição que une todos os seres humanos, sem exceção, é ser filho de alguém, especialmente filho de Deus, afirmou o Santo Padre olhando pela janela do seu escritório do Palácio Apostólico Vaticano, no Angelus.
"Vir ao mundo nunca é uma escolha, não nos perguntam antes se queremos nascer", disse o Santo Padre. No entanto, é possível, ao longo da vida, acolher a mesma vida "como um dom" e "tornar-se aquilo que já somos: tornar-se filhos".
Cristo nasceu para nós! Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens do seu agrado: a todos chegue o eco deste anúncio de Belém, que a Igreja Católica faz ressoar por todos os continentes, sem olhar a fronteiras nacionais, linguísticas e culturais. O Filho de Maria Virgem nasceu para todos; é o Salvador de todos.